Marlene Bruno Ribeiro de Castro

Por: Fabrício Azevedo

Foi a partir de um dos encontros do  Encontro de Casais com Cristo (ECC), há pouco mais de 20 anos, que Marlene começou a mudar a sua forma de viver e conviver com as pessoas. Foi a partir de um dos encontros do  Encontro de Casais com Cristo (ECC), há pouco mais de 20 anos, que Marlene começou a mudar a sua forma de viver e conviver com as pessoas. Ela sempre participou de diversos movimentos da Igreja Católica, entre eles, o Cursilho, A Renovação Carismática e também era e é catequista. Mas sobre isso, falaremos mais à frente, pois por enquanto vamos apresentar esta bela mulher que contribui e muito para a vida de muita gente, eu diria, para toda a comunidade. Marlene tem 57 anos,  é filha do saudoso Zé Ribeiro e da gracinha que é a dona Nininha. Tem três irmãs: Marli, Margareth e Marildes. É casada com José Antônio Gomes de Castro há 37 anos e tem duas filhas: Flávia e Bruna. Também é avó de Gabriela e Isadora. Nasceu e cresceu em Lagoa, tendo morado fora somente por 8 meses, logo após o casamento que aconteceu na Igreja Matriz. Não teve festa. Optaram por viagem de lua de mel, que foi na Pousada do Rio Quente, em Goiás. O pai sempre foi proprietário de uma marcenaria e de uma loja de móveis e eletrodomésticos, e foi com ele que  ela sempre trabalhou até o casamento. Após o casamento, dedicou-se à família e ao lar. E, claro, à religião. Marlene faz um maravilhoso serviço de ajuda espiritual. Isso começou há mais de 20 anos quando ela recebeu “um chamado”, ou uma clareza para a vocação evangelizadora, que ela chama de “missão!” E a partir daí, e cada vez mais, que passou a orar e evangelizar. Juntamente com outras mulheres, elas desenvolvem um incrível trabalho em que o objetivo maior é ajudar em momentos difíceis e reforçar a fé das pessoas. É admirada por toda a comunidade e até hoje, abre mão de momentos da vida pessoal para ajudar a quem precisa. Juntamente com algumas pessoas, entre elas sua sobrinha e afilhada Mariana Ribeiro e uma grande equipe, se reuniram para dar início ao grande movimento que acontece na Praça Donana, há três anos, o “Vem para a rua evangelizar”, que acontece às segundas-feiras, sempre lotado, com muita gente ajuda

ndo e sempre precisando de ajuda. O local foi escolhido porque era um ponto de jovens usuários de drogas. E foram as drogas, que matam e destroem tantas famílias, que motivaram Mariana e a equipe a se mobilizarem em prol de ajudar. O banco onde é montado o altar, é o banco onde os jovens se concentravam para consumir drogas. Marlene ora para as pessoas em suas casas e na igreja, onde com frequência pode ser vista, principalmente às quintas-feiras, dia em que acontece a Adoração ao Santíssimo. Nesses dias, ela e outras missionárias atendem as pessoas que estão em busca de alento. Sua fé, sua voz doce e reconfortante, além da experiência com a dor e a angústia do ser humano, são dons que Deus lhe deu e que, felizmente, ela distribui a quem precisa. Marlene não é dada a luxos. Teve uma vida confortável proporcionada pelos pais e também pelo marido. Não é vaidosa,  mas está sempre bem vestida, de forma discreta e com elegância peculiar. Consumista nunca foi. Marlene não reclama, mas temos conhecimento que a grande dedicação dela em ajudar acaba por lhe criar problemas de ordem pessoal. É a vida, mas ela dribla e tenta ao máximo, ajudar o maior número de pessoas e fica chateada quando é impossível não atender a algum chamado. Não é de se irritar com facilidade, mas pessoas dissimuladas a incomodam, e  para ficar feliz, basta sentir que conseguiu ajudar alguém. Ver as pessoas e famílias unidas. Problemas, ela os tem e os teve, como todo mundo. Tenta da melhor maneira resolver tudo mantendo o que há de mais importante: a união familiar. Convivendo com muita gente aflita, percebe que as pessoas sofrem muito por querer demais. E o materialismo é uma das fraquezas que levam muita gente ao desespero, à depressão e se esquecem que esse não é o sentido da vida. Observa que as pessoas são, de certa forma, “egoístas” porque não valorizam o que têm e qualquer coisa se torna motivo para sofrimentos bem menores do que elas os tornam. E é aí que ela ajuda: mostrando a fé, mostrando os valores.   A comunidade inteira  a admira. Os amigos próximos são só elogios.  Marlene é “Prata da casa!”

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